
Todos temos uma trajetória nessa vida.
Algumas gloriosas, outras penosas; algumas irretocáveis; outras intocáveis; algumas momentâneas, outras eternas.
Quantas não foram (e são) as “escolhas” realizadas a cada instante, determinando os rumos e destinos de nossa parca trajetória.
“Escolhas”, pois nem sempre verdadeiramente escolhemos o que desejamos; muitas vezes, somos levados (em alguns casos, condicionados, por que não?!) a escolher, sem que isso, necessariamente, signifique ser volúvel, influenciável ou, como diriam os mais experientes, “Maria-vai-com-as-outras”.
Escolhemos, muitas vezes, em decorrência de situações extremas e/ou circunstâncias peculiares que se impõe em nossa trajetória e não há nada que possa ser feito.
Apenas e tão somente vivenciar a experiência. ..
Em face de um processo inexplicável de busca incessante por descobertas, experiências e significados, sucumbimos às mais diversas paixões até o momento no qual a racionalização consegue domar – isso mesmo, domar – nossos mais viscerais instintos.
A tal dicotomia entre o Prazer e a Dor…
E se foram escolhas “erradas” – se por um acaso doer – isso não importa: Afinal, devemos sempre aprender com os erros.
E ressignificar o aprendizado de outrora.
Isso jamais deve significar qualquer tipo de fraqueza! Errar é humano e do humano.
Como dita o filósofo baiano, “valeu, foi bom, adeus!”
Ao fim e ao cabo, o sentir sempre fará algum tipo de sentido!
Bastar sentir para compreender…
E buscar um novo sentido…para voltar a sentir!!!


