
Por conta de n fatores, temos a tendência de nos afetar pelas circunstâncias da vida e, por consequência, acabamos por criar/adotar ilusões na busca da uma nova forma de alimentar uma vontade existencial.
A Alegria, assim como a Tristeza, são passageiros vagando, de estação em estação, nessa longa jornada existencial.
E enquanto Ser, estamos em constante transformação e adaptação!
As ilusões podem nos confundir, assim como podem aguçar nossos sentidos mais primários, provocando mudanças significativas em nossas vidas.
Sempre haverá uma mudança em nosso olhar!
Basicamente, vivemos um momento – inadvertidamente ou não -, nos preenchemos dele intensamente e, quando ele acaba (ou se fragiliza) por circunstâncias alheias à nossa vontade ou não, podemos nos apegar a tais ilusões para preencher o vazio dessa “perda”, na certeza de que tal ilusão é (ou pode vir a ser) nosso real.
Todos perdemos alguma coisa. Mas só tem uma coisa pior: perder o medo de perder de novo!
Como acordar e sair (ou não cair) dessa/nessa “armadilha” ilusória do acaso?
Francamente, não sei!
O despertar é algo absurdamente pessoal!
No entanto, identificar ilusões e “cair na real” é mais factível: basta clareza ao identificar propósitos (Vida, Familia, Profissão, Negócios, etc), limitações (Pessoais, Físicas, Materiais, Espirituais, etc) e, principalmente, as pessoas ao nosso redor; que, por sinal, também podem estar vivendo ilusões com a nossa cia.
Difícil, não?!
Sim!
Afinal, cortar na própria carne sempre dói!
Mas sempre emerge algo no lugar extirpado; inclusive um novo olhar!!!
Enfim…
Só o Tempo!!!!
Tempo?
Ou seria mais uma Ilusão??!?
…


