
O Ser Supremo (Deus), à partir de seu propósito e vontade, emite seu feixe de luz para incandescer/irradiar/energizar os seres vitais.
Assim, quanto mais alinhados a esse propósito e vontade, maior a carga vital
Quanto mais afastados, menor a proteção.
O que determina o afastamento ou a proximidade com a vontade suprema é a liberdade para dirigir-se à sua realização.
O ser vital racional instintivamente nasce com desejos e vontades eminentemente pessoais. O tal instinto de sobrevivência.
Para sobreviver, ele reaje aos estímulos externos provocados pela ausência de um canal de comunicação com a energia maior.
Logo, precisa buscar outras fontes de energia para preservar sua sobrevivência.
No ventre materno, por exemplo, o feto se alimenta dos nutrientes processados pela alimentação da mãe.
Com a gestação, ele passa a se alimentar com fontes energéticas extrauterinas.
É justamente tal liberdade que determina a relação de prazer x sofrimento, certo x errado, bem x mal presente nos seres racionais.
Se oferece prazer, faz bem e não prejudica outrem é, do ponto de vista eminentemente pessoal, Bom (Deus)… ou Bem!
Caso contrário, Mau (Diabo)…ou Mal!
No entanto, tal liberdade é imaginária na medida em que, ao fim e ao cabo, os seres vitais sempre retornam à sua fonte criadora; uma breve explicação para a onisciência suprema.
As regras sociais, neste ponto, são alicerçadas justamente para garantir um balizamento mínimo nas condutas individuais aptas a conferir segurança, proteção e desenvolvimento para todos os seres vitais.
Não fosse assim, o egoísmo e a força seriam determinantes para definir os destinos sociais.


