Exposição “Múltiplos Olhares 2026” reúne arte, sensibilidade e diversidade cultural em Arapiraca. Evento celebra a pluralidade artística e consolida o município como polo cultural do Agreste alagoano

A cidade de Arapiraca recebe, em 2026, a exposição “Múltiplos Olhares”, um evento que reafirma o protagonismo cultural do município no cenário artístico de Alagoas.
A mostra foi aberta no hall da Casa da Cultura, reunindo obras dos artistas arapiraquenses Keka Barbosa, Cícero Brito, Cícero Dário, Edmário Calixto e Laércio Moreno.
Com trabalhos que dialogam entre diferentes linguagens e estilos, a exposição promove um encontro de perspectivas, narrativas e expressões que refletem a riqueza cultural da região. A proposta é oferecer ao público uma experiência sensível e reflexiva, evidenciando que cada artista imprime em sua obra um olhar singular sobre a realidade.
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Em cada traço, cor ou forma, o ser humano encontra não apenas beleza, mas também reconhecimento — porque criar e apreciar arte é, em essência, uma maneira de compreender a si mesmo e ao mundo.
A ideia central da mostra é valorizar a diversidade de visões sobre o mundo, destacando que a arte é espaço de diálogo, identidade e pertencimento.
Ao reunir talentos locais, o evento também fortalece a produção cultural arapiraquense e amplia a visibilidade dos artistas da cidade.
Durante a abertura do encontro, o público teve a oportunidade de interagir com as obras e com os próprios artistas, consolidando a exposição como um momento de encontro entre criadores e apreciadores da arte.
A iniciativa reforça o compromisso com o fomento à cultura local e com a valorização dos talentos regionais.
A Exposição Múltiplos Olhares 2026 integra o calendário cultural de Arapiraca e reafirma o papel da arte como instrumento de expressão, memória e transformação social, consolidando a cidade como um importante polo cultural do interior alagoano.
Mais do que contemplação estética, a arte é necessidade humana: ela traduz silêncios, organiza emoções e dá sentido às experiências.
Em cada traço, cor ou forma, o ser humano encontra não apenas beleza, mas também reconhecimento — porque criar e apreciar arte é, em essência, uma maneira de compreender a si mesmo e ao mundo.


