Entre os dias 28 e 29 de março de 2026, os principais atletas e amantes do jiu-jitsu de Alagoas estarão reunidos para realização e participação no Campeonato Alagoano de Jiu Jitsu 2026.

Estão sendo esperadas as participações de atletas e convidados de diversas regiões do Brasil, abrilhantando ainda mais o evento.
O evento conta com a organização da Federação Alagoana de Jiu-Jitsu, atualmente presidida e capitaneada pelo Mestre Professor Faixa Coral (Vermelha e Preta) da Gracie Barra Alagoas, Diojones Farias e conta com o apoio da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Governo de Alagoas.
“Estamos comprometidos em organizar mais uma edição do Campeonato Alagoano com muito profissionalismo, estrutura e comodidade para atletas e convidados. Será mais uma excelente oportunidade para conhecer o universo do jiu-jitsu alagoano, apresentando ao público grandes atletas e embates técnicos de elevado nível.
Sejam todos bem vindos!”, convida Diojones Farias.
Sobre o Campeonato Alagoano – Para comportar a grandeza do evento, nada mais apropriado do que as instalações da escola SEB, que continuamente acredita e confia em projetos e iniciativas criativos e empreendedores.
Somente aqueles que já vivenciaram a experiência conseguem compreender a magnitude e a intensidade da principal competição esportiva de artes marciais em solo alagoano.
Definitivamente, não é para amadores!

As inscrições, regulamento e premiações do evento podem ser conferidos acessando o endereço eletrônico https://faljj.com.br/ .
Faça sua inscrição e garanta já sua participação!
Gracie Barra Alagoas – PREMIUM
Endereço: Avenida, Comendador Gustavo Paiva, 2131, Mangabeiras – Maceió/AL.
Telefone / WhatsApp: (82) 99307 – 0101
Instagram: graciebarraalagoas
Intercâmbio Internacional – Na última semana (Fev), a Gracie Barra Alagoas recebeu alunos e alunas americanos praticantes de Jiu Jitsu para um intercâmbio técnico e cultural – CAMP – entre os dois países.
Durante uma semana, os americanos e as americanas participam de uma intensa agenda de atividades esportivas, com aulas particulares nos períodos matutino e noturno, sempre com cuidadosa supervisão e acompanhamento de Professores graduados e especializados da Gracie Barra Alagoas; aprendendo técnicas e ensinamentos para o aprimoramento do Jiu Jitsu.

Ao longo do ano, estão previstas novas edições do intercâmbio – CAMP -, congregando e integrando alunos dos dois países na promoção do desenvolvimento e difusão da arte suave.
O intercâmbio cultural entre alunos de Jiu-jitsu do Brasil e dos Estados Unidos transcende o mero aperfeiçoamento técnico: ele se insere numa dimensão filosófico-existencial de formação do sujeito.

A arte suave, nascida no Brasil sob forte influência japonesa, carrega em si uma vocação dialógica — é, por natureza, encontro de corpos, mentes e culturas. Quando praticantes de países distintos compartilham tatames, experiências e visões de mundo, realizam algo que vai além do esporte: exercitam a alteridade.
Martin Buber, ao refletir sobre a relação “Eu-Tu”, ensina que o verdadeiro crescimento humano ocorre no encontro autêntico com o outro.
No intercâmbio entre brasileiros e norte-americanos, o tatame se transforma em espaço de diálogo profundo, onde diferenças linguísticas, históricas e culturais deixam de ser barreiras e tornam-se pontes. Cada treino conjunto é uma experiência de reconhecimento mútuo, na qual o outro não é adversário, mas colaborador na construção do próprio aperfeiçoamento.

No tatame compartilhado, aprende-se que a verdadeira vitória não está apenas na finalização aplicada, mas na ampliação da consciência, na construção de vínculos e na formação de um caráter aberto ao mundo.
Sob a ótica existencialista, Jean-Paul Sartre afirmava que “o homem é aquilo que faz de si mesmo”.
No Jiu-jitsu, essa máxima se concretiza na disciplina cotidiana, na superação dos limites físicos e psicológicos, e na responsabilidade individual pelo próprio desenvolvimento. O intercâmbio amplia esse horizonte, pois expõe o praticante a novas metodologias, estratégias e mentalidades competitivas.
O aluno brasileiro aprende com a objetividade organizacional e a cultura de alto rendimento comum em academias americanas; o norte-americano absorve a criatividade técnica, a fluidez e a tradição histórica que marcam o Jiu-jitsu brasileiro. Ambos se reinventam.
Paulo Freire defendia que “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam em comunhão”.
Essa comunhão encontra no intercâmbio esportivo uma expressão concreta.
Ao compartilhar treinos, seminários e competições internacionais, os alunos constroem saberes coletivos. O conhecimento técnico — ajustes de guarda, variações de raspagem, transições de finalização — nasce do diálogo corporal, mas também da troca de experiências de vida. A técnica, nesse contexto, não é apenas repetição mecânica, mas síntese viva de culturas.
Há ainda uma dimensão ética nesse encontro.
Aristóteles via na prática das virtudes o caminho para a excelência (areté).
O Jiu-jitsu, enquanto disciplina que exige respeito, autocontrole e humildade, torna-se terreno fértil para o cultivo dessas virtudes.
O intercâmbio cultural reforça essa ética ao desafiar preconceitos e ampliar horizontes. O atleta que viaja, aprende outro idioma, adapta-se a novos costumes e convive com realidades distintas exercita prudência (phronesis) e coragem — virtudes indispensáveis tanto no esporte quanto na vida.
No plano técnico, a exposição a diferentes estilos acelera o aprimoramento.
A diversidade de biotipos, ritmos e estratégias obriga o praticante a sair da zona de conforto. A evolução torna-se inevitável quando se enfrenta o desconhecido. Contudo, o ganho maior é interior: o reconhecimento de que o crescimento pessoal nasce do confronto respeitoso com a diferença.
Assim, o intercâmbio entre alunos de Jiu-jitsu do Brasil e dos Estados Unidos representa mais do que cooperação esportiva; é um exercício de humanidade.
No tatame compartilhado, aprende-se que a verdadeira vitória não está apenas na finalização aplicada, mas na ampliação da consciência, na construção de vínculos e na formação de um caráter aberto ao mundo.
Como ensinava Heráclito, “ninguém entra duas vezes no mesmo rio” — e nenhum praticante retorna o mesmo após mergulhar na experiência transformadora do encontro cultural.



Foi muito top! Ótimo momento pra todos nós!
A equipe mais organizada do Jiu-jitsu mundial!