Em 2025, o mercado imobiliário brasileiro desafiou as previsões pessimistas e reafirmou sua vocação histórica de alicerce do desenvolvimento nacional. Mesmo sob crédito mais caro, o setor registrou 453.005 lançamentos — alta de 10,6% — e 426.260 vendas, crescimento de 5,4%, segundo a CBIC.

Os números revelam mais do que estatísticas: traduzem confiança social, capacidade de adaptação e a força de uma engrenagem que movimenta emprego, renda e esperança para 2026.
Nesse cenário, o programa Minha Casa, Minha Vida consolidou-se como protagonista ao responder por 52% dos lançamentos e 49% das vendas no último trimestre.
O mercado imobiliário movimenta diretamente e indiretamente toda a economia local, gerando empregos, renda e oportunidades.
E, por 2026 ser um ano repleto de oportunidades, normalmente é também um período em que surgem muitas possibilidades para quem quer comprar seu imóvel.
Mas cuidado!
“É de fundamental importância que as pessoas pesquisem bem, busquem construtoras sérias, avaliem a qualidade da obra e a idoneidade de quem está vendendo. Comprar um imóvel é um passo importante demais para não ser feito com responsabilidade”, avalia e orienta o Sócio-Fundador da Apex Construtora, o Empresário Gabriel Marcel Alexandre.
Como ensinava John Maynard Keynes, “a dificuldade não está nas novas ideias, mas em escapar das antigas”.
O setor soube reinventar-se, diversificar produtos, fortalecer parcerias e manter a construção como vetor estratégico da economia.
Ao ampliar o acesso à moradia, o Estado não apenas estimula a cadeia produtiva — que vai do cimento ao crédito, da arquitetura à mão de obra —, mas reafirma o princípio constitucional da dignidade humana.
A casa própria não é mero ativo patrimonial; é espaço de pertencimento, segurança e projeção de futuro.
Amartya Sen lembra que “o desenvolvimento é a expansão das liberdades reais que as pessoas desfrutam”. Garantir moradia é expandir liberdades concretas.
Além do impacto direto no PIB e na geração de empregos formais, o dinamismo imobiliário fortalece arrecadação, fomenta infraestrutura urbana e reduz déficits habitacionais históricos.
Cada unidade entregue representa mais que paredes erguidas: simboliza estabilidade familiar, estímulo ao consumo responsável e inclusão social.
“Como Empresário da construção civil, ver famílias realizando o sonho da casa própria motiva e alegra nosso trabalho. O imóvel, em especial o popular, não é apenas uma conquista financeira, é segurança, dignidade e um novo começo para quem batalhou muito por isso“. Gabriel Marcel Alexandre, Empresário da Construção Civil.
Para Milton Friedman, “a sociedade que coloca a igualdade antes da liberdade acabará sem ambas; a que coloca a liberdade antes da igualdade obterá um alto grau de ambas”.
Ao equilibrar iniciativa privada e política pública habitacional, o Brasil demonstra que crescimento econômico e justiça social não são opostos, mas complementares.
Assim, os resultados históricos de 2025 evidenciam que investir em moradia é investir na própria ideia de nação. Onde há construção, há trabalho; onde há trabalho, há dignidade; onde há dignidade, floresce a cidadania.
O concreto que se ergue nas cidades brasileiras sustenta algo maior: a convicção de que desenvolvimento verdadeiro começa pelo direito de cada família a chamar um lugar de seu.”


